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Escola

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Sala de aula de uma escola em Itapevi, em São Paulo.

A escola é uma instituição concebida para o ensino de alunos (ou "alunos") sob a direção de professores. A maioria dos países têm sistemas formais de educação, que é comumente obrigatória. Nestes sistemas, o progresso dos estudantes através de uma série de escolas. Os nomes para estas escolas variam por país, mas geralmente incluem o ensino fundamental para crianças jovens e do ensino médio para os adolescentes que concluíram o ensino primário. Uma instituição onde o ensino superior é ensinado, é comumente chamado de faculdade ou universidade .

Além destas do núcleo, os alunos de um determinado país também podem frequentar escolas antes e depois primário e secundário da educação. A pré-escola pode fornecer alguma escolaridade para as crianças muito jovens. As escolas profissionalizantes, faculdades ou seminários podem estar disponíveis depois da escola secundária. A escola também pode ser dedicada a um campo particular, como uma escola de economia ou de uma escola de música.

Há também organizações não-governamentais escolas, chamadas escolas particulares, que podem ser para crianças com necessidades especiais, quando o governo não fornecer, tais como escolas cristãs e outros; ou escolas que têm um padrão mais elevado de educação ou buscam fomentar outras realizações pessoais. Escolas para adultos incluem instituições de treinamento corporativo, a educação e treino militar e escolas de negócios.

Etimologia

A escola palavra deriva do grego σχολή (scholē), originalmente significa "lazer" e também "aquele em que o lazer é empregado", e mais tarde " um grupo a quem foram dadas palestras, escola ".[1][2][3]

História e Desenvolvimento das escolas

Missionários cristãos desempenharam um papel central na criação de escolas modernas na Índia.

O conceito de agrupar os alunos juntos em um local centralizado para a aprendizagem existe desde a Antiguidade Clássica. Escolas formais ter existido pelo menos desde a Grécia antiga, Roma antiga, Índia antiga e China antiga. O Império Bizantino tinha um sistema de ensino criado a partir do nível primário. De acordo com Tradições e Encontros, a fundação do sistema de educação primária começou em 425 dC e "... o pessoal militar geralmente tinham pelo menos o ensino primário ...". O governo, por vezes, eficientes e muitas vezes grandes do Império fez com que os cidadãos educados eram um must. Apesar de Bizâncio perdeu muito da grandiosidade da cultura romana e extravagância no processo de sobrevivência, o Império enfatizou a eficiência nos seus manuais de guerra. O sistema de ensino Bizantino continuou até o colapso do império em 1453 AD.[4]

O Islã foi outra cultura que se desenvolveu um sistema escolar, no sentido moderno da palavra. E durante os séculos XIV e XV que ocorre a expansão das escolas devido, em grande parte, aos esforços catequistas da Igreja na busca de fiéis. "(...)é preciso estudar a Bíblia para chegar a Deus, e as palavras da liturgia não toleram imprecisão. Cabe à Igreja atrair fiéis, que devem conhecer as preces e os preceitos.". Assim, os dois últimos séculos da Idade Média presenciam a expansão da escrita, tanto em latim quanto na língua vulgar.[5]

Destinadas a crianças entre sete e quatorze anos, aos poucos a escola traz o livro do domínio eclesiástico e político para o uso quotidiano. Expande-se para os estabelecimentos comerciais ("livros de contas") e chega à zona rural nos contratos de venda ou locação, mesmo para posses pequenas. Também nas profissões, a escola exerce grande influência: frequentar a escola constitui uma prova de honradez, útil para conseguir um bom casamento, tornar-se administrador dos bens da paróquia ou magistrado municipal: scolae scalae ("a escola é uma escada"). [5]

Estas escolas eram presididas por um eclesiástico, scholasticus, subordinado ao bispado, daí o nome de escolástica dado à doutrina e à prática de ensino. Há, porém, uma forte demanda por elas que são menos para moças, camponeses e pequenos vendedores, do que para moços, citadinos e mercadores. Apesar do estímulo na formação de cléricos por Carlos Magno (768-814), (e em 1215 o Concílio de Latrão fez referência a ela), não há uma estrutura escolar uniforme: uma escola por paróquia. [5]

O magistério tem maior concentração nas regiões mais desenvolvidas. Os mosteiros beneditinos recebem rapazes e moças. Os jovens pensionistas sempre se tornam monges. Os conventos e confrarias também podem manter escolas, assim como hospitais e orfanatos. Fundar, subvencionar e manter uma escola constituem um ato de misericórdia. A escola pode funcionar ainda, sobretudo na Itália, como empresa privada subvencionada pela comuna. Em uma escala mais reduzida, os mercadores ensinam a seus aprendizes as bases da escrita e do cálculo. [5]

A oferta assume várias formas, bem adaptada à demanda dos pais e inserida na continuidade da educação familiar, centrada na aprendizagem dos valores, na socialização e na aquisição de competências precisas. Este tipo de oferta tem seus inconvenientes: a flexibilidade de suas estruturas resulta em um funcionamento aleatório; se o pároco muda ou o mestre decide viajar, a escola pára de funcionar. [5]

Na França, as escolas elementares só surgiram na segunda metade do século XIII, e se multiplicaram entre 1350 e 1450. As escolas rurais são relativamente bem conhecidas no norte, na Champanha e na Normandia, ou em toda região rica e urbanizada que tem muitos clérigos a formar e muitos monges para formá-los. No Norte, em 1449, das 156 aldeias de Flandres, 152 possuem uma escola. Na zona rural, a escola raramente ensina a escrever: "saber ler é uma função intelectual valorizada, saber escrever é uma habilidade manual vagamente desprezada". Na cidade, há todos os tipos de escola (cursos em latim ou em língua vulgar) assim como todos os níveis de ensino. No norte, Lille e Saint-Omer trinta escolas, quase uma por paróquia e Douai possui sete escolas. Em Valenciennes, que conta com vinte escolas em 1337 e quarenta e nove em 1388, há, nessa data, 516 crianças (145 meninas) escolarizadas entre sete e dez anos. [5]

Ver também

Referências

  1. Online Etymology Dictionary; H.G. Liddell & R. Scott, A Greek-English Lexicon
  2. School, on Oxford Dictionaries
  3. σχολή, Henry George Liddell, Robert Scott, A Greek-English Lexicon, on Perseus
  4. Bentley, Jerry H.. Traditions & Encounters a Global Perspective on the Past. New York: McGraw-Hil, 2006. p. 331.
  5. a b c d e f Revista História Viva, 05, pg. 48-49. Editora Duetto (março 2004).

Ligações externas

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